Coadjuvante

Coadjuvante

Por: Roberto Singer | Jornal eCuesta
Imagem: Reprodução | Internet

Vocês já perceberam que o nosso Presidente Jair Bolsonaro continua sendo coadjuvante no seu governo, como foi durante a campanha à Presidência?

Depois da facada, sua campanha andou sozinha e ele se limitava a postagens nas redes sociais e a entrevistas pontuais. Com a terceira cirurgia, ele comandou o País a partir do hospital e do twitter e o governo também andou sozinho.

Os Ministros Paulo Guedes e Sergio Moro estão a mil por hora e o Planalto e o próprio governo estão sob o controle do ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional.

Assistimos ao desempenho do nosso Vice Presidente, General Mourão, transitando com desenvoltura em assuntos delicados como aborto, a embaixada em Israel, Jean Willys e até recebeu a CUT.

O Presidente Jair Bolsonaro não precisa estar lustrando o ego. Todos sobressaem. Seu vice não é mera figura decorativa. Seus competentes ministros se revezam no leme das mudanças. A nossa Primeira Dama, Michelle Bolsonaro, segue com suas ações sociais e na cabeceira do amado. E ele, hospitalizado, longe dos holofotes, continuava... Presente!

Absolutamente nada, apesar das inúmeras tentativas, ofusca o brilho de sua trajetória e conquista da Presidência. Sua liderança é legítima. Sem populismo ilusório, o líder verdadeiro está ausente do posto, mas já está cravado no coração e na mente das pessoas.

Ele continua sintetizando tudo o que queremos e esperamos para o Brasil.

O grande destaque deste governo é que ele faz valer a máxima: "O governo emana do povo e em seu nome é exercido". Ele reafirma o que se viu desde as eleições de outubro: quem venceu e subiu a rampa do Planalto, foi o povo. Fomos NÓS! E quem está e continuará tocando esse governo junto com a equipe ministerial e o Congresso Nacional será povo que o elegeu.

O grande coadjuvante é, portanto, um grande Presidente que já faz parte da História do Brasil!